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No blog de '2016' 'maio'

6 produtos perigosos que usamos todos os dias

Homens se gabam de serem simples, em comparação as mulheres e todas as opções de produtos de beleza femininos disponíveis no mercado. Mas de alguns ítens é difícil escapar: desodorante, shampoo, condicionador, perfume, creme de barbear… Cada um deles possui diversos ingredientes que podem fazer mal a você e ao planeta.

Duvida? Leia esta lista e desconfie das letras minúsculas dos rótulos dos produtos que você tem em casa.

Espuma de barbear

São tão malignos que você não quer nem saber o que há neles. Sério.

Se ficou curioso, veja a lista: butano (o conhecido gás de cozinha), uréia de diazolidinyl (que libera formaldeído, substância que pode causar dificuldades respiratórias), trietanolamina (um importante ingrediente do gás mostarda, arma química criada durante a Primeira Guerra Mundial e que pode causar câncer), parabeno (que enfraquecem imitadores de estrogênio, presentes nas pílulas anticoncepcionais).

Para ficar longe de todas essas toxinas, faça a barba com óleos orgânicos, como óleo de amêndoas, géis de barbear ou adote um visual lenhador e não faça a barba.

Pós-barba

Se você decidiu parar de fazer a barba, pule este tópico. Se não… jogue fora o seu pós-barba. Ele contém álcool, que seca a pele quando ela precisa de hidratação. Água fria é suficiente para fechar os poros após a raspagem dos pelos.

Shampoo

Para fazer espuma, o Lauriléter sulfato de sódio e seus derivados são bastante utilizados. Há grandes chances de eles serem causadores de câncer. O shampoo também pode conter parabeno (o mesmo que está presente na espuma de barbear).

Perfume

A maioria dos perfumes e águas de colônia (femininos e masculinos) possuem diversos produtos químicos que podem afetar o esperma. Pois é, muitas marcas possuem petroquímicos, parabeno e ácido pthalic em sua fórmula, que podem afetar a quantidade e velocidade dos espermatozóides, além de causarem danos no DNA dos pequenininhos. Tenso.

Desodorante e antitranspirante

Costumam conter os seguintes ingredientes “do mal”:

Triclosano: antibactericida, ele deixa as bactérias mais resistentes e pode até mudar o sexo dos peixes (!).

Sais de alumínio: são uma neurotoxina que pode estar associada ao mal de Alzheimer (aquele da perda de memória, lembra?).

BHT: são menos utilizados na fabricação de desodorantes, mas muito perigosos. Estudos relacionam a substância ao surgimento de câncer, podem afetar o sistema nervoso e são classificados como “provavelmente tóxicos e prejudiciais” pela Lista de Sustâncias Domésticas do Departamento de Meio Ambiente do Canadá. Nossos avós usavam talco nas axilas – e depois deste post, acho que vou aderir à prática.

Hidratante

Possui mais de 30 substâncias que vêm do petróleo, contêm silicone e outros ingredientes malignos para você e para o planeta. Substitua por produtos orgânicos à base de manteira de karité ou use óleos naturais.

 

Fonte:http://super.abril.com.br/blogs

Por 

 

O que são petrolatos e por que é bom você conhecê-los?

Silicones são petrolatos (em sua maioria), mas petrolatos não são silicones... Confuso, não? Confira o artigo para entender melhor

Mulher

O petrolato é um dos derivados do petróleo cru, que, após a desparafinação (retirada da parafina) de óleos pesados, transforma-se em uma substância gelatinosa incolor ou amarelada. Pode ser comercializado sob o nome de vaselina, óleo mineral, ou parafina líquida, e é usado em remédios, cosméticos e produtos para cabelo em larga escala, graças ao seu baixo custo.

Ele pode, sim, ser usado como matéria-prima em silicones, mas nem todo silicone é necessariamente feito de petrolato. Isso você entende melhor na nossa matéria específica sobre silicones.

Os derivados de petróleo são muito usados em produtos para cabelo - e também em loções e hidratantes corporais - com o nome no rótulo de paraffinum liquid ou óleo mineral. Atualmente, tem ocorrido uma polêmica com relação a esse composto, que confere maciez ao fio - no entanto, tal vantagem tem um preço.

Rótulo escrito paraffinum liquid

A questão, tratando-se da indústria cosmética e da saúde de cabelos e pele, é que não existe nenhum fator hidratante no óleo mineral, portanto, mesmo que se utilize muitas vezes um produto (uma máscara de hidratação, por exemplo), ele não consegue penetrar nas camadas mais profundas dos nossos tecidos e transportar consigo componentes vitais. Além disso, é criada uma película impermeável, não permitindo que se perca hidratação, causando superficialmente efeito de maciez ao fio, mas, na realidade, ela barra a reposição nutricional quando essa hidratação acabar. Pode também se acumular e causar entupimento de poros - nos cabelos, isso dificulta o crescimento; na pele, pode causar dermatites.

A oleosidade natural do couro cabeludo é rica em nutrientes, mas, na nossa sociedade, é vista como suja, ainda que a pele, os cabelos e até os nossos órgãos façam bom uso de óleos. A indústria cosmética usa sulfatos agressivos (como o sódio lauril sulfato) para criar bastante espuma, "sinônimo" de limpeza. As impurezas do dia a dia vão embora, mas também perdemos toda a capa protetora imprescindível, fruto da inteligência evolutiva da nossa espécie como um todo. Uma consequência muito comum desse hábito moderno é a oleosidade excessiva, e também a caspa.

Retirar esses nutrientes e depois repô-los com uma máscara ou condicionador que não possui fator hidratante algum, é como matar aos poucos os cabelos e pele de fome ou sede. É por isso que as pontas se quebram ou a raiz não cresce.

As técnicas No Poo e Low Poo procuram quebrar esse ciclo, abolindo tanto os sulfatos que desprotegem o escalpo, como os petrolatos, que encapam o fio, e focando em ingredientes mais saudáveis, como ceramidas, queratina, aveia, hidratantes, etc.

Saúde

Usar no cabelo substâncias derivadas de petróleo, além de não hidratá-los de verdade (pois cria apenas uma impermeabilização nos fios, como já foi dito), pode trazer consequências ruins para a saúde humana e para o meio ambiente.

Alguns dos itens comumente usados para higiene dos cabelos são tidos como potencialmente cancerígenos pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc). Passá-los na sua cabeça todos os dias pode não ser uma boa ideia.

As concentrações usadas na indústria cosmética atualmente possuem níveis segurospara o consumo humano. Como é possível conferir nos artigos científicos aqui linkados. Isso não impede, contudo, que certas pessoas tenham alergias ao produto e seus derivados.

Sem contar que muitos itens, como o sulfato, possuem função detergente. Como eles são despejados em rios e corpos d'água após percorrerem tubulações de esgoto, provocam a eutrofização (aumento de matéria orgânica na superfície), que impede a passagem da luz solar em tais locais, o que prejudica a fauna e a biodiversidade.

Meio ambiente

Petrolatos são uma mistura de hidrocarbonos, tendo um ponto de fusão próximo ao da temperatura do corpo humano, na média de 37°C, portanto não são aconselháveis como produtos termoprotetores, uma vez que pranchas alisadoras podem chegar de 180°C a 230°C e mais, secadores de cabelo também atingem altas temperaturas. Não solúveis em água, são solúveis, porém, em diclorometano, clorofórmio (pois é), benzeno, dietil-éter, dissulfeto de carbono e Terebentina (Turpentine), mostrando como não é ecológico.

Ele é prejudicial aos organismos aquáticos, e a água contaminada é imprópria para uso ou consumo humano. Deve-se evitar derramamentos ou descarte na natureza, pois podem alcançar lençóis freáticos subterrâneos via percolação (absorção pela porosidade do solo). Já na superfície da água, por ser mais denso em relação a ela e pouco solúvel, ele forma uma película impermeável entre o líquido e a atmosfera, impedindo o plâncton de efetuar trocas gasosas saudáveis de oxigênio com o ar, o que o afeta negativamente. Felizmente, ele não evapora, pois possui baixa pressão de vapor.

Ele possui alta adsorção, ou seja, impregnação nos solos, e não é biodegradável.

Para compreender a toxicidade de uma substância em um organismo, usam-se os termos CE50 (Concentração efetiva) e CL50 (Concentração Letal), além de ser importante mencionar o tempo de exposição do animal ao produto tóxico. Para os peixes, após 96 horas de contato, o índice letal CL50 é de 38,14mg/L. Para o crustáceo dáfnia, ou pulga d’água, o CE50 é de 0,62mg/L após dois dias de exposição. Para algas em geral, o CL50 é de 15,45mg/L, após 4 dias.

Lista

Para evitar os danos citados acima, lembre-se que os petrolatos vêm descritos nos produtos para cabelos com os seguintes nomes:

  • Paraffinum liquid;
  • Mineral Oil / Óleo Mineral;
  • Petrolatum;
  • Vaselina;
  • Isoparaffin;
  • C12-20 Isoparaffin;
  • C13-14 Isoparaffin;
  • Isododecane;
  • Isododecene;
  • Dodecene;
  • Dodecane;
  • Alkane.

Fonte: http://www.ecycle.com.br

Dermatologistas aprovam técnicas ‘Low/No Poo’, com pouco ou nada de xampu
Técnicas ‘Low/No Poo’ começaram nos Estados Unidos, mas já estão na moda entre brasileiras

Encher o cabelo de xampu, fazer muita espuma e sair do chuveiro com os fios super perfumados. O ritual que para muita gente é visto como sinal de limpeza — e, até, repetido diariamente — pode prejudicar a saúde dos cabelos. Para minimizar os danos, duas técnicas surgiram apostando no uso restrito ou nulo do produto: “Low Poo” (pouco xampu) e a “No Poo” (nenhum xampu). A moda, que começou em Nova York, já faz a cabeça das brasileiras. E tem aval de dermatologistas.

— As substâncias usadas para fazer espuma removem a proteção lipídica. Isso causa ressecamento e estimula as glândulas sebáceas a produzirem mais gordura, aumentando a oleosidade — explica a dermatologista Vanessa Metz.

No caso do Low Poo, explica a médica, a lavagem é feita com substâncias mais leves, que não agridem a fibra capilar, e, normalmente, têm bases naturais — como coco, açaí, macadâmia, camomila.

— A técnica prega substâncias mais naturais, como o anfótero, que limpa o couro cabeludo sem sensibilizá-lo — diz a dermatologista Jeanne Herdy, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologista.

Fica a dúvida para os desconhecedores: a técnica, afinal, deixa o cabelo sujo? As dermatologistas dizem que não.

— Isso não significa deixar o cabelo sujo, apenas usar menos quantidade da substância que faz a espuma, o lauril sulfato de sódio — diz Vanessa.

Para Vanessa, porém, a técnica “mais radical”, a No Poo, deve ser pensada junto de um dermatologista, já que pode provocar bactérias e fungos no cabelo:

— Recomendo muito cuidado para quem quer aderir a esta técnica. O cabelo precisa, sim, de lavagem! A limpeza é fundamental para retirar o sebo da raiz, que, sem higienização, pode provocar causar feridas, caspa, dermatite seborreia e até psoríase.

Adepta do Low Poo há alguns meses, a assistente de comunicação Julia de Marins, de 23 anos, notou que os cabelos mais saudáveis já a partir da terceira lavagem:

— Como tenho fios finos e pouco cabelo, eles sempre ficavam pesados e “murchinhos” com produtos comuns — diz Julia, que nunca quis gastar muito com os produtos: — Dá para pagar pouco nesses shampoos, que são encontrados em farmácias comuns. E o melhor é que, como o cabelo fica menos oleoso, dá para ficar mais tempo sem lavar.

 



Fonte: Elisa Clavery
 http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/dermatologistas-aprovam-tecnicas-lowno-poo-com-pouco-ou-nada-de-xampu-19318441.html#ixzz48xbGvuvI

A linha Surya Color Fixation é sem sulfatos, petrolatos e silicones

A linha Surya Color Fixation é sem sulfatos, petrolatos e silicones

Para aderir ao low poo, você precisa retirar da sua vida o sulfato e o óleo mineral. Aí você pode usar surfactantes leves como cocomidopropyl betaine e decyl glucoside, e silicones, que vão ser retirados por eles.

Para aderir ao no poo, você precisa cortar todos os surfactantes e, consequentemente, silicones insolúveis e óleo mineral.

 

Derivados do petróleo

Petrolatum/petrolato, Parafinum Liquid/parafina líquida, Mineral Oil/óleo mineral, Vaselina, Isoparafina e Isododecane.


Silicones: 

Basicamente, os silicones agem da mesma forma que os petrolatos. Mas existem os silicones insolúveis em água e os solúveis, que não são nocivos justamente por não se acumularem no cabelo.


Silicones insolúveis: 

Amodimethicone, Trimethylsilylamodimethicone, Cyclomethicone, Cyclopentasiloxane, Dimethicone, Dimethiconol, Cetyl Dimethicone, Cetearyl Methicone, Stearyl Dimethicone, Phenyl Trimethicone, Simethicone, Polydimethylsiloxane, Methicone, Dimethylpolysiloxane.


Silicones solúveis

Dimethicone Copolyol, Hydrolyzed Wheat Protein Hydroxypropyl Polysiloxane, Lauryl methicone copolyol, PEG-7 Amodimethicone, Dimethicone PEG-8 Phosphate, Ammonium Dimethicone PEG-7 Sulfate, Dimethicone PEG-8 Adipate, Dimethicone PEG-8 Benzoate, Dimethicone PEG-7 Phosphate, Dimethicone PEG-10 Phosphate, Dimethicone PEG/PPG-20/23 Benzoate, Dimethicone PEG/PPG-7/4 Phosphate, Dimethicone PEG/PPG-12/4 Phosphate, PEG-3 Dimethicone, PEG-7 Dimethicone, PEG-8 Dimethicone, PEG-9 Dimethicone, PEG-10 Dimethicone, PEG-12 Dimethicone, PEG-14 Dimethicone, PEG-17 Dimethicone, PEG/PPG-3/10 Dimethicone, PEG/PPG-4/12 Dimethicone, PEG/PPG-6/11 Dimethicone, PEG/PPG-8/14 Dimethicone, PEG/PPG-14/4 Dimethicone, PEG/PPG-15/15 Dimethicone, PEG/PPG-16/2 Dimethicone, PEG/PPG-17/18 Dimethicone, PEG/PPG-18/18 Dimethicone, PEG/PPG-19/19 Dimethicone, PEG/PPG-20/6 Dimethicone, PEG/PPG-20/15 Dimethicone, PEG/PPG-20/20 Dimethicone, PEG/PPG-20/23 Dimethicone, PEG/PPG-20/29 Dimethicone, PEG/PPG-22/23 Dimethicone, PEG/PPG-22/24 Dimethicone, PEG/PPG-23/6 Dimethicone, PEG/PPG-25/25 Dimethicone, PEG/PPG-27/27 Dimethicone, Amodimethicone,  Trideceth-12 ou 6 e Cetrimonium Chloride: Apenas quando a composição possui os três silicones ao mesmo tempo. Eles não precisam necessariamente estar em sequência.PEG-33, PEG-8 Dimethicone e PEG-14: Mesma coisa, só são solúveis quando estão juntos.


                                                             Sulfatos: 

O sulfato é responsável pela limpeza dos cabelos e formação de espuma na lavagem. O problema é que ele é um detergente muito forte, que pode acabar retirando a oleosidade natural dos fios e toda hidratação deles. Os sulfatos são um dos únicos componentes capazes de retirar a película formada pelos petrolatos e silicones, o que te faz cair em um ciclo vicioso. Você usa produtos com derivados do petróleo e usa sulfatos para retirar, repete isso sucessivamente ao ponto de ser quase impossível a eficácia de um tratamento capilar. Dessa forma, quando nós cortamos os petrolatos e os silicones insolúveis, não há a menor necessidade de continuarmos utilizando sulfatos.


                                                      Sulfatos Fortes: 

Sodium Laureth Sulfate, Sodium Myreth Sulfate, Sodium Lauryl Sulfate, Sodium C14-16, Ammonium Lauryl Sulfate, Ammonium Laureth Sulfate, Olefin Sulfonate, TEA Lauryl Sulfate, TEA-dodecylbenzenesulfonate, Sodium Alkylbenzene Sulfonate, Ammonium or Sodium Xylenesulfonate.
Sulfatos Fracos: Sodium Cocyl Isethionate, Sodium Lauryl Sulfoacetate, Sodium Socoyl (or lauryl/lauroyl) Sarcosinate, Dioctyl Sodium Sulfosuccinate, Ethyl PEG-15 Cocamine Sulfate, Sodium Lauryl Glucose Carboxylate, Methyl Cocoyl or Lauryl Taurate - mild, derived from coconut fatty acids, Sodium Cocoyl Glycinate. 
O No e o Low Poo são maneiras de cuidar dos cabelos sem utilizar produtos que contenham esses ingredientes nocivos. São amplamente usados por gurias cacheadas, porque os cabelos cacheados são mais propensos a serem naturalmente mais ressecados. Mas essas técnicas dão certo para qualquer tipo de cabelo.

Petrolatos (derivados do petróleo)

Os petrolatos formar uma película protetora sobre os fios que em um primeiro momento dá uma "maquiada" no cabelo. Fazendo-o parecer mais saudável, pois não permite que a hidratação saia. O problema é que da mesma forma que a hidratação não sai, outras hidratações e tratamentos também não penetram nos fios, pois os derivados do petróleo se acumulam e são insolúveis em água. Isso faz com que a recuperação de cabelos danificados seja prejudicada.

Fonte: http://like-an-elephant.blogspot.com.br/

  é dona de um grupo no Facebook chamado Low/No Poo VEGANO ♥, quem quiser participar  Conheça o grupo clicando aqui.

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