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LINHA COMPLETA DE CUIDADOS FACIAIS FLOR DA NOITE A linha Flor da Noite foi desenvolvida para o cuidado facial de peles cansadas e desvitalizadas, atuando sobre manchas e linhas de expressão.
Maquiagem orgânica: saiba a diferença para os produtos tradicionais

MAQUIAGEM ORGÂNICA

Maquiagem orgânica: saiba a diferença para os produtos tradicionais 

 

Você com certeza já ouviu falar que a pele é o maior órgão do seu corpo, e tomar alguns cuidados dermatológicos é importante para mantê-la saudável. Mas será realmente que você tem o cuidado de saber o que compõe os produtos que você utiliza na pele? 

Palavras como maquiagem orgânica, vegana, natural e cruelty free já devem ser comuns se você sofre de alguma alergia ou vive uma vida mais sustentável. Por isso, a busca por esses cosméticos já devem fazer parte da sua rotina. 

Fique sabendo que uma parte dos produtos de beleza tem em sua composição elementos como hormônios, conservantes químicos, parabenos e outras substâncias químicas que danificam sua pele, a curto e longo prazo, e causam sério problemas socioambientais, sem falar que algumas marcas ainda realizam testes dos seus produtos em animais. 

Tudo isso é bem comum no mercado de beleza e cosméticos. Tenho certeza que você ama a sua pele e não dá para continuar sendo negligente com o que utiliza em seu rosto. 

Fica por aqui que nós vamos te contar tudo o que você precisa saber sobre maquiagem orgânica e como você pode escolher seus produtos.

Afinal, o que é uma maquiagem orgânica?

A maquiagem orgânica, natural e vegana são as ótimas escolhas pois além de não danificar, fazem bem a sua pele e te proporcionam uma vida mais natural e sustentável

O produto orgânico é produzido sem o uso de agrotóxicos e é manejado de forma equilibrada respeitando os processos naturais. O que se diferencia totalmente dos produtos convencionais, que utilizam altas dosagens de inseticidas, fungicidas, adubos químicos, organismos transgênicos e radiações. Elementos que também não são permitidos no armazenamento, processamento e distribuição de um produto orgânico.

O IBD é o instituto responsável pelas inspeções e certificações agropecuárias e alimentícias, e para controlar o uso de orgânicos e ingredientes naturais das empresas, o instituto determinou algumas regrinhas.

Segundo eles para ser considerada uma maquiagem orgânica, 95% da composição desses produtos precisam ser de matéria prima de cultivo orgânico e os 5% restantes precisam ser de cultivo natural

Esse selo é essencial! Por isso, quando for escolher seus cosméticos orgânicos é preciso garantir se a marca possui essa certificação, pois com o crescimento do movimento green beauty, nem todas as empresas que se apresentam como “verde” produzem realmente maquiagem orgânica, vegana ou natural.

Conheça os benefícios de usar uma maquiagem orgânica 

Você precisa se acostumar a verificar todos os componentes usados nos produtos que você compra. E, mais do que isso, é bom estimular seus hábitos saudáveis. 

Se você ficou curiosa para saber quais os ingredientes usados na maquiagem orgânica, e quais os benefícios que eles trazem para você além de não agredir sua pele nem o meio ambiente, vou te contar mais sobre alguns deles

Óleo de Mamona: Um excelente hidratante que pode ajudar na redução da acne, peles secas e penetra profundamente nos poros estimulando a produção de colágeno e elastina. 

Óleo de Jojoba: Promove maciez e hidratação, além de absorção eficaz.

Óleo de Buriti: Rejuvenescedor, protege a pele dos raios Ultravioleta. Com ação antioxidante, o óleo hidrata e fortalece a pele.

Suco de Aloe Vera: Suas propriedades tem resultados hidratante, adstringente, anti-inflamatório, analgésico e também ajuda a proteger a pele contra os raios solares. Seu gel é indicado para tratar acne, alergias e manchas simples.

Ao escolher pela maquiagem orgânica, você também está escolhendo por todos esses benefícios. Além do mais, seus produtos passam a ser 100% biodegradáveis, ou seja, que podem ser decompostos de forma mais rápida pelos próprios microrganismos na natureza.

Essa opção de maquiagem também é bastante indicada para para quem possui algum tipo de alergia às maquiagens convencionais e tem grandes problemas em encontrar algo que não cause reações à pele. 

Os cosméticos orgânicos são hipoalergênicos, o que os tornam muito mais saudáveis pois as substâncias que causam alergias com mais frequência não são utilizadas neles.

Clique abaixo na imagem e confira o vídeo sobre cosméticos orgânicos.

Fique atenta às dicas sobre maquiagem orgânica 

Saiba que a maquiagem orgânica é a maior aliada da sua pele e do meio ambiente!

Porém, existem algumas diferenças práticas com a maquiagem tradicional que muitas pessoas estão acostumadas. A sua aplicação é muito parecida da convencional, mas sua secagem é mais delicada. 

No caso da maquiagem orgânica, é preciso uma dedicação especial, pois estamos tratando com ingredientes naturais sem conservantes. Diferentemente dos produtos químicos usados em cosméticos comuns que geram malefícios a longo prazo para a pele.  

Ainda existem as maquiagens veganas e naturais que possuem suas peculiaridades e formas de identificação:

Nas naturais, no mínimo 5% dos compostos do produto precisa ser composto de ingredientes orgânicos, que não possuam sulfatos, corantes parabenos e petrolatos. 

Já as veganas não usam matéria prima que são derivadas de animais mas elas podem conter alguns componentes sintéticos.

Escolha cosméticos de qualidade

O crescimento dos produtos sustentáveis, dentre eles da maquiagem orgânica,  já é uma realidade muito presente no Brasil e no resto do mundo. 

Não se trata apenas de uma tendência de make para essa estação, estamos falando de mais do que isso, é uma necessidade que não só expressa seu cuidado com o meio ambiente, mas também com o seu bem-estar. 

E agora que você já conhece mais sobre os benefícios desse universo green beauty, não dá mais para usar qualquer tipo de produto e negligenciar o cuidado com a sua beleza, saúde e com o meio ambiente. 

E a dica na hora de escolher seus cosméticos é atentar às certificações das empresas. Pesquisar os ingredientes e a responsabilidade da empresa em te fornecer o melhor também é bastante importante, seja você vegana, alérgica, sustentável e preocupada em ter uma boa pele.

Post: letnatural.com.br

 

Tratamentos naturais para os cabelos oleosos
Ninguém mais do que as mulheres sabe como é bom manter os cabelos limpos, bonitos, com brilho e saúde. Entretanto, muitas mulheres vem enfrentando um problema bastante desagradável, que acaba por refletir em seus cabelos: a oleosidade exagerada.
GUIA LOW POO: O QUE É, COMO COMEÇAR E PRODUTOS LIBERADOS
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Olá Cacheia! O post de hoje é um guia completinho sobre a “técnica low poo”, uma técnica que ficou super conhecida lá fora a partir de  Lorraine Massey, fundadora da marca Deva Curl. Lorraine sistematizou o que chamou de “método da garota cacheada” e publicou no livro Curly Girl. Para nossa alegria, o livro acaba de ser traduzido pela Editora Best Seller e chega ao Brasil sob o título “O manual da garota cacheada”.

Sobre os sulfatos

Em inglês, low pode ser traduzido como “pouco” e poo é “shampoo”. Assim, o que essas duas palavrinhas estão descrevendo é uma técnica que visa diminuir o uso de shampoo. Mas não é só isso, nessa técnica o shampoo comum é substituído pelo shampoo sem sulfato. Eis o porquê: os sulfatos são utilizados para realizar uma limpeza profunda dos fios e podem causar ressecamento e perda da oleosidade natural. Assim, a ideia do low poo é garantir uma limpeza adequada e a hidratação dos fios.  Mas aí vocês me perguntam: “Meu deus! Mas como eu vou saber se o produto tem sulfato ou não? Preciso decorar os nomes?” Não necessariamente. Vamos colocar abaixo uma tabelinha com os sulfatos que você deve evitar. Tire uma foto e consulte quando for necessário :)

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E como essa limpeza é garantida? Bom, existem outros componentes que ajudam na limpeza dos fios. Os shampoos sem sulfato geralmente criam menos espuma mas não se preocupe, espuma não é necessariamente um sinal de que o produto é bom! Você já deve ter notado que muitos shampoos possuem por exemplo, Cocamidopropyl Betaine na fórmula. Esse componente surfactante auxilia na limpeza e no condicionamento dos fios. Ele ajuda a limpar silicones solúveis e insolúveis em água e está presente na maioria dos shampos para low poo.

Vou acrescentar abaixo uma tabelinha que mostra os silicones e os agentes de limpeza correspondentes para ilustrar um pouquinho de como isso funciona.

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Fonte: Naturally Curly

Sobre derivados de petróleo

Os shampoos sem sulfato são capazes de limpar os silicones mas o mesmo não ocorre com os derivados de petróleo. Esses componentes podem formar uma capa (que as propagandas gostam de chamar de “filme protetor”) que envolve os fios. Com o tempo, isso pode ir acumulando, acumulando … e aí o cabelo pode encontrar dificuldade para absorver outras substâncias necessárias aos fios. Sendo assim, os derivados de petróleo são proibidos nessa rotina. Aí vai uma tabelinha de componentes para evitar, incluindo derivados de petróleo e componentes similares. Tire foto dessa aqui também, poder bem útil para consulta na hora de fazer as compras :)

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Sobre parabenos

Os parabenos são componentes conservantes utilizados na indústria cosmética para evitar a proliferação de microorganismos e garantir vida longa os produtos. Os mais comuns sãometylparaben, propylparaben,  etylparaben e butylparaben. Existe uma enorme discussão em torno dos riscos ligados ao uso de parabenos. É que esses componentes estão presentes não só nos cremes de pentear mas em vários outros produtos do dia-a-dia: nos hidrantes, nos desodorantes, nas loções e por aí vai. No Brasil, até onde eu sei, a utilização dos parabenos é legal dentro de certos limites de concentração. O Ecycle fez uma matéria explicando um pouco melhor sobre o assunto, quem se interessar pode dar uma olhadinha. O que interessa por hora é dizer que os parabenos não são proibidos para low poo, mas muitas pessoas têm evitado ou reduzido o uso em função da preocupação com a saúde. Algumas marcas já possuem opções de produtos com conservantes naturais e essa informação já vem destacada no rótulo.

Já acabou Cacheia?! Sim gente, já acabamos! Até aqui a gente listou várias coisas proibidas para essa rotina e agora é hora de ver como funciona tudo isso na prática. Vamos falar um pouquinho sobre como começar a técnica, “rotina capilar”, produtos liberados, dúvidas frequentes, etc.

Low poo: como iniciar e rotina de cuidados

Início da rotina

Quer começar o Low PooComece checando quais produtos você tem em casa liberados para a técnica. Se você ainda possui muitos produtos proibidos existem duas opções: utilizá-los até o final e só começar a rotina depois ou doar para alguém :) Certifique-se de higienizar os objetos como pentes, escovas, presilhas, etc; para retirar parafinas, petrolatos e quaisquer outros resíduos de produtos mais antigos. Você pode usar shampoo com sulfato e sem petrolatos para fazer essa lavagem.

Já tem os produtos liberados e quer iniciar a técnica? Comece lavando os cabelos com um shampoo com sulfato e sem petrolatos (pela última vez \o/). Lave bem e se necessário repita a operação. Depois disso seu cabelo estará livre de resíduos e pronto para a nova rotina. Provavelmente seu cabelo vai ficar com uma carinha de ressecado em função do uso do sulfato então você pode fazer uma hidratação (já com produtos liberados para low poo).

Esse shampoo com sulfato para a última lavagem pode ser o que você tiver em casa, não é nada especial. Ele só não pode ter esses itens: óleo mineral (mineral oil), parafina líquida (paraffinum liquidum), isoparafna (isoparafin), petrolatos (petrolatum), vaselina (vaselin), dodecano (dodeceno), isododecano (dodeceno) e alcano (alkane). Eu usei o shampoo da Hidratação Intensiva da Monange, que é baratinho e não resseca tanto. Mas você pode checar o que tem em casa dentro das recomendações anteriores.

Lavagem

Depois de começar a técnica você poderá usar shampoos sem sulfato para higienizar os fios. No final dessa postagem você encontrará alguns exemplos de shampoos para essa função. Quem segue o Low Poo não precisa obrigatoriamente fazer co-wash. O co-wash é a estrela doNo Poo. Mas se você quiser, pode fazer co-wash às vezes. Mas óh: use o shampoo sem sulfato pelo menos uma vez por semana, não vai esquecer heim! Se você está seguindo o Low Poo, você não deve substituir o shampoo Low Poo só por lavagem com condicionador. O condicionador comum não é capaz de remover silicones insolúveis dos fios.

co wash low poo

Exemplos de produtos para co wash

Aqui no blog tem uma postagem da Ray falando sobreco-wash, vale a pena conferir. A proposta do co-wash é lavar os cabelos usando condicionador. Mas não pode ser qualquer um, ok? Nada de petrolatos nem de silicones na composição do seu condicionador para co-wash (!).  Se isso tudo for muita informação para começar, fique só no shampoo sem sulfato mesmo que não tem erro. Comece assim e vá observando seus fios e como eles se adaptam.

Agora vem cá que eu vou falar uma coisa importante: alguns produtos foram desenvolvidos especificamente para co-wash e possuem Cocamidopropyl Betaine na fórmula. Esse tipo de produto necessita de enxague migas. Resumo da ópera: existem produtos como o Yamasterol amarelinho que servem como co-wash, condicionador, creme de pentear, etc, o que permite que, dependendo da função que você escolheu para uso, eles possam ficar no cabelo. E existem produtos que servem só para co-wash mesmo. Ler o rótulo e as instruções de uso é muito importante.  

Sobre hidratações, nutrições e reconstruções

Sempre que for fazer uma reconstrução é interessante lavar os fios com shampoo sem sulfato. Já as hidratações e nutrições podem ser precedidas pelo co-wash se você não quiser usar shampoo com frequência e estiver seguindo o cronograma capilar. Particularmente, prefiro de lavar o couro cabeludo com shampoo antes de qualquer uma das etapas porque sinto que meu cabelo absorve melhor os tratamentos, mas qando não quero usar shampoo e preciso fazer alguma hidratação utilizo um produto que contenha Cocamidopropyl Betaine na fórmula, como é o caso do novo co-wash da Yamá (amo!).

Pergunta da leitora: “Mas Cacheia,  toda vez que for lavar o cabelo preciso usar shampoo sem sulfato + condicionador co-wash?

A resposta é: Não. Na hora de lavar você pode usar:

  • opção 1- shampoo sem sulfato + condicionador (opção mais fácil e importante de todas. Deve ser feita pelo menos 1 vez por semana para evitar o acúmulo de resíduos nos fios)
  • opção 2- shampoo sem sulfato + condicionador com função co-wash
  • opção 3- condicionador co-wash + outro condicionador para low poo

Explicando:

Você pode usar um shampoo sem sulfato e um condicionador liberado para low poo que não necessariamente é co-wash (para ser co-wash o produto não pode ter silicones, então nem todos os condicionadores liberados para low poo servem para co-wash). Essa é a rotina básica: lavar com shampoo, depois aplicar o condicionador, enxaguar e ser feliz :)

Você pode usar um shampoo sem sulfato e usar um condicionador que inclui função co-wash, como é o caso do Yamasterol amarelinho por exemplo. A grande questão é que o Yamasterol não vai ser aplicado na raiz, mas no comprimento, como um condicionador. A vantagem desses produtos multifuncionais é isso <3 

Se você quiser intercalar as lavagens com shampoo e com co-wash, existe essa possibilidade. Então se você costuma lavar o cabelo 3 vezes por semana por exemplo, pode lavar 1 dessas vezes usando o co-wash. Faça assim: passe o condicionador co-wash na raiz faça uma bela massagem e enxague, depois use um outro condicionador liberado para low poo só no comprimento, distribua bem, deixe agir e enxague.

No Low Poo o uso de silicones solúveis e insolúveis é liberado, mas se você sentir que seus fios estão ficando muito pesados reduza o uso. 

Pergunta da leitora: Como eu devo usar os produtos depois que começar o Low Poo? Qual é a ordem?

A ordem é mais ou menos aquela que vocês já conhecem. No dia de lavar, aplique o shampoo no couro cabeludo e esfregue bem (só com as pontas dos dedos, ok? nunca esfregue usando as unhas!), quando estiver prestes de enxaguar puxe o shampoo em direção às pontas. Feito isso, enxague. Se você quiser aplicar uma máscara, pode aplicar depois de lavar o cabelo com shampoo. Aplique a máscara no comprimento e nas pontas (evite a raiz), deixe agir conforme o tempo indicado na embalagem, e enxague. Passe em seguida o condicionador (que também vai ser aplicado no comprimento e pontas e não na raiz), espalhe bem, deixe agir e enxague. Depois de tudo isso, seu cabelo estará pronto para finalizar usando um creme/gel/mousse/leave-in. As recomendações principais são: no momento de secar, não esfregue o cabelo com a toalha, faça movimentos beeem suaves. Use de preferência algum tecido de algodão, como uma camiseta por exemplo, para secar o cabelo. Aplique seu produto para finalizar como de costume. Se não for aplicar nenhuma máscara, a ordem é lavar com shampoo e enxaguar, aplicar condicionador e enxaguar, depois finalizar :)

Se você quiser estabelecer uma rotina de cuidados, sugiro a leitura do post sobre cronograma capilar aqui no blog. Lá já separei alguns dos produtos por etapa: hidratação, nutrição e reconstrução e indiquei quais são liberados para Low Poo e No Poo. Se você não bem a diferença entre produtos de hidratação, nutrição e reconstrução também vale a pena dar uma lida. É importante deixar claro que nem todo mundo que segue o Low Poo segue o cronograma capilar. São coisas diferentes. Ninguém é obrigado a nada nessa vida, então não se sinta obrigado(a) a seguir um cronograma. Mas se você quiser, monte o seu a partir das necessidades do seu cabelo ou siga nosso cronograma para cabelos saudáveis. Se você não quiser, siga seus cuidados normais, só não esqueça da hidratação: muito importante pra quem tem cabelo cacheado/crespo.

Cacheia, e se eu quiser pintar/tonalizar o cabelo?

Mesmo esqueminha. Cheque se a composição do produto é liberado usando a tabela de petrolatos que indiquei anteriormente. Se você não encontrar nenhum dos componentes evitados nessa rotina pode usar :) Agora, se você encontrar algum componente “proibido” e você gostar muito do produto ou se não tiver opções, use. Depois de realizar o processo, lave mais uma vez seu cabelo com shampoo com sulfato seguindo os mesmos passinhos de “como começar” e depois volte para sua rotina Low Poo normal.

Saiba mais sobre o assunto em: cuidados pré e pós coloração para cabelos cacheados e crespos

Atualização 11/09/2016: tem post novo sobre o assunto! Confira nossas dicas de tonalizantes, tinturas e máscaras matizantes liberadas aqui

Low poo: que produtos usar?

Nos últimos meses chegaram várias novidades para Low poo e No Poo. Tantas que fica até difícil acompanhar! Para os fins dessa postagem vou listar apenas as novidades que chegaram recentemente e alguns velhos conhecidos. Coloquei os produtos mais ou menos por ordem de preço, sendo assim, os últimos produtos listados de cada quadrinho possuem valores mais altos.

É importante destacar que a fórmula de determinados produtos cosméticos muda com frequência, por isso é preciso prestar bastante atenção para saber se de fato o produto continua liberado. Preciso destacar também que esses são apenas exemplos  de produtos liberados, o que não quer dizer que todos vão funcionar bem para todos os tipos de cabelo. Mesmo porque, destaquei vários produtos dedicados a cabelos ondulados, cacheados e crespos, mas o low poo é uma técnica que pode ser seguida por quem tem fios lisos também. Então, antes de comprar vale a pena pesquisar um pouco, ler resenhas sobre o produto que chamar a atenção, etc.

Outro ponto importante: essa é uma postagem que tem o objetivo de ser o mais simples e didática possível, por isso não fui a fundo na explicação sobre essa técnica. A leitura dessa postagem não substitui um estudo detalhado sobre Low Poo. E por último: tem vários produtinhos liberados que não apareceram por aqui. É que existem váaaaaarios e eu não dou conta de listar tudo. Mas vocês podem enviar dicas de liberados pelos comentários que vai ser sucesso! Vamos trocar informações <3 Notou que algum produto mudou a fórmula e já não é mais liberado? Avisa que a gente troca e procura outra opção interessante pra substituir :) Combinado? Então bora lá.

Shampoos liberados para Low Poo:

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Condicionadores liberados para Low Poo

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Cremes de pentear liberados para Low Poo

cremes liberados para low poo

Máscaras liberadas para Low Poo

mascaras para low poo

Ainda possui algumas dúvidas? Consulte nossa FAQ sobre Low poo e No poo.

Saiba como organizar uma rotina para o seu cabelo através do cronograma capilar. Separamos vários produtos liberados por lá também, de acordo com as etapas: hidratação, nutrição e reconstrução.

 

Low poo e receitas caseiras

Se você ama receitas caseiras e vai começar o Low Poo não precisa deixá-las de lado. A Ray fez uma postagem com 10 receitas com apenas dois ingredientes e todas são liberadas para low poo.

Alguns avisos muito importantes:

Essa postagem foi feita a pedido de várias leitoras e visa basicamente expor como funcionam essas rotinas. Existe um período de adaptação para quem começa a seguir essas rotinas.Assim, quem antes usava produtos com muitos silicones e parafinas que maquiavam os fios dando um aspecto saúde e brilho pode se deparar com o estado real dos fios depois de iniciar as técnicas: ressecamento, falta de maciez e brilho. A ideia é que seguindo os novos cuidados, os fios fiquem mais bonitos e mais saudáveis.

O No Poo e o Low Poo são técnicas que têm feito sucesso não só no mundo dos cabelos crespos e cacheados, mas também dos ondulados e lisos. O que não quer dizer que vão funcionar bem para todo mundo. A qualidade dos produtos escolhidos para segir o Low/No Poo e a rotina de cuidados estabelecida interfere muito nesse “resultado final”.

É muito importante que quem queira seguir uma das rotinas pesquise mais sobre Low Poo eNo Poo para decidir qual dessas técnicas é mais interessante para si. Os dois grupos listados abaixo são bem legais para quem interesse numa das técnicas e quer tirar dúvidas e compartilhar experiências. Outro cuidado importante é observar as reações do seu cabelo (está coçando? está caindo? está mais sensível? ou meu cabelo está de fato reagindo bem?).Muitas pessoas possuem alergias que nem sabem! Antes de começar qualquer técnica, não só low poo ou no poo, se pergunte: tenho histórico de dermatites e semelhantes?  Possuo alergia a algum produto ou componente? Na dúvida, procure orientação médica antes de começar qualquer coisa heim! E se um produto/técnica está dando errado, interrompa o uso! Saúde em primeiro lugar!

Post: http://cacheia.com/2015/12/manual-low-poo/

 

Substâncias químicas nos cosméticos aumentam busca por produtos naturais

Pesquisas apontam que elementos comuns em cosméticos, como conservantes, fragrâncias e corantes, podem ser tóxicos. Apesar das incertezas, quem aderiu aos produtos naturais garante que a troca foi vantajosa

Seja nos laboratórios das universidades, seja em grupos de discussão sobre o tema, a sociedade está começando a se questionar sobre a real segurança da formulação de cosméticos. Uma das maiores polêmicas sobre o assunto foi o uso de formol em alisantes de cabelo. Em 2009, após muitos relatos de alergias e queimaduras nas usuárias, e também nos profissionais que aplicavam o produto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu o componente em todo o país. Segundo a agência, os sintomas de intoxicação por causa da solução podem incluir, ainda, dor de cabeça, tontura, desmaio e até câncer.

 A dermatologista Regina Buffman confirma o consenso da comunidade médica sobre o formol e ressalta que, caso não haja novas descobertas sobre a substância, o risco é indiscutível. "O formol é altamente cancerígeno, por isso, não existe uma dose considerada tolerável", alerta. Buffman também evita receitar para pacientes produtos que contenham parabeno, a polêmica do momento. Trata-se de um dos conservantes mais utilizados em cosméticos, composto por éter e álcool. A cautela da dermatologista surgiu depois de um estudo conduzido pela cientista especializada em oncologia Philippa Darbre, da Universidade de Reading, na Inglaterra. Darbre foi uma das primeiras acadêmicas a levantar o debate sobre as altas concentrações de parabenos nos produtos de beleza, e, sem dúvidas, seu trabalho foi o de maior repercussão sobre o tema.


Em 2004, ela analisou a concentração do componente em células de mulheres que estavam com câncer de mama. O resultado foi alarmante: 99% do material recolhido no local do tumor tinham pelo menos um dos tipos de parabeno encontrado em desodorantes. A Comissão Europeia de Saúde e Defesa do Consumidor, no entanto, apontou falhas no estudo. A justificativa era o fato de que é baixa a porcentagem de desodorantes que contêm parabenos (cerca de 2%), além de a especialista ter desconsiderado os parabenos existentes nos medicamentos anticâncer utilizados por essas pacientes

 As alterações hormonais causadas pelo parabeno, porém, já haviam sido sugeridas em 1998, em uma pesquisa do endocrinologista molecular Edwin Routledge, da Brunel University London. A tese dele é de que o parabeno teria a capacidade de imitar o estrogênio, hormônio feminino, consequentemente, provocando uma alta hormonal e um desequilíbrio do organismo. Um outro estudo realizado em 2002 pelo Laboratório de Saúde Pública de Tóquio, no Japão, também apontou problemas de fertilidade em mamíferos machos expostos ao propilparabeno, depois de analisar ratos divididos em grupos, durante quatro semanas. 


A dermatologista Regina Buffman reconhece a influência hormonal exercida pelas substâncias presentes nos produtos de beleza e lembra ainda que cosméticos podem desencadear puberdade precoce em crianças. Ela conta que, nos anos 2000, houve um caso de surto de puberdade precoce em meninas negras, no Rio de Janeiro. Todas as crianças tinham uma característica em comum: usavam alisantes com parabenos, o que sugere uma relação entre os fatos.

 Resultado similar foi publicado pelo American Journal of Epidemiology, após um estudo com afro-americanas. De 1997 a 2009, 23 mil mulheres foram acompanhadas, e foi detectada a puberdade precoce dentre as usuárias de alisantes. Além disso, foi identificada uma incidência de miomas uterinos de duas a três vezes maior que nas demais mulheres. Os miomas também seriam causados por desequilíbrios hormonais, especialmente pela puberdade precoce, o que gerou mais alerta. "Mesmo que não haja uma comprovação de que o parabeno realmente faz mal, a gente pede pra evitar", sugere a médica.


Apesar de o estudo não ter sido conclusivo, o alerta foi dado e, logo, outros pesquisadores começaram a investigar a questão. O dermatologista Erasmo Tokarski explica que justamente pelo fato do parabeno ser tão comum, a correlação pode ser apenas uma coincidência estatística, mas, na dúvida, também não recomenda o uso da substância em seus pacientes.

Sandra não usa cosméticos convencionais desde a adolescência: preocupação com a presença de metais pesados

A servidora pública Sandra Ulhoa, de 55 anos, foi além e interrompeu completamente o uso de cosméticos convencionais ainda na adolescência. Graduada em química, Sandra conta que participou de um experimento que comparava a concentração de metais pesados na corrente sanguínea de homens e mulheres e se surpreendeu com o que descobriu: "A diferença era muito grande nas mulheres", conta. Uma possível explicação para os dados é justamente o uso de metais pesados em artigos de maquiagem. O batom, por exemplo, tem alta concentração de chumbo.

Desde então, só hidratante e protetor solar fazem parte da rotina da servidora pública. Sandra se deparou com dermatologistas que tentaram fazê-la mudar de ideia, mas tem receio quanto às medidas de controle no segmento. "Existem algumas marcas que são responsáveis, pesquisam e investem muito na melhoria desses cosméticos, mas há muitos produtos que não passam por fiscalização", acredita.

Entrevista // Nyle Ferrari

"Não somos cobaias." A polêmica das composições rendeu um livro eletrônico sobre o assunto, lançado em junho. O e-book Beleza Tóxica – Conheça os perigos por trás do seu cosmético, escrito por Nyle Ferrari, faz um apanhado dos principais componentes que são objeto de estudo de especialistas. A jornalista de 23 anos envolveu-se com a causa há cerca de quatro anos, quando começou a descobrir o que estava oculto nos produtos que usava. O aprofundamento de Nyle ficou cada vez maior e, a convite de uma marca de cosméticos naturais, escrever um livro. Nyle é também autora de um blog de beleza, e logo o tom das postagens assumiu um caráter mais engajado. A jovem hoje aborda, além da beleza natural, temas relacionados ao veganismo e ao consumo consciente.

Como você decidiu abandonar os cosméticos convencionais? 


Aderir aos cosméticos orgânicos e naturais foi uma consequência quando descobri que os produtos de beleza comuns eram cheios de ingredientes nocivos. Mas essa mudança foi gradual. Substituir todos os meus cosméticos de uma só vez sairia caro e jogar tudo o que eu tinha fora seria um enorme desperdício. Comecei trocando itens como sabonetes, xampu, condicionador e hidratantes, aos quais estava mais exposta diariamente, para depois ir para o resto. De pasta de dente a maquiagem, substituí tudo por versões naturais e o processo foi mais tranquilo do que imaginava.

Qual foi a reação dos dermatologistas quando você compartilhou a sua escolha? 

Quando decidi usar cosméticos orgânicos, morava em uma cidade pequena. Fui desencorajada por uma dermatologista ao pedir ajuda. Apesar de estudos respeitados mostrarem o contrário, ela me disse que produtos naturais não eram eficazes, e que os cosméticos convencionais são completamente seguros. Fiquei chateada pela incompreensão da profissional e decidi fazer tudo por conta própria. Ao me mudar para São Paulo, tive à minha disposição muitos dermatologistas e esteticistas bem informados e dispostos a atender às minhas necessidades. 

Quais as vantagens dos cosméticos naturais em relação a receitas caseiras? 

As marcas de cosméticos orgânicos brasileiras investem em pesquisa para aprimorar seus produtos e fazer com que tragam resultados surpreendentes. Receitas caseiras são ótimas. Sou uma grande entusiasta delas, mas produtos industrializados podem ser mais potentes e entregar o efeito esperado em menos tempo. 

Como surgiu a ideia de escrever o e-book Beleza Tóxica? 

Diariamente, as pessoas estão expostas a dezenas de ingredientes associados a problemas como dermatite, distúrbios hormonais e até câncer. Nós precisamos falar sobre isso. Há anos, luto para que as pessoas saibam o que está por trás dos rótulos dos cosméticos e façam as melhores escolhas. 

Quais foram as maiores dificuldades durante a produção do livro? 

Foi muito difícil encontrar informações confiáveis. Muitas mentiras são espalhadas na internet. Diversos sites afirmam que determinado ingrediente pode causar câncer ou outros males sem dizer de onde veio aquela informação. É muito fácil ser enganado. Levei ao menos quatro meses apenas apurando. Questionei tudo o que eu sabia até hoje, fui atrás de pesquisas e recorri a respeitadas organizações ligadas ao tema, como Campanha por Cosméticos Seguros e Grupo de Trabalho Ambiental, para oferecer um material realmente confiável. Foi necessário traduzir a linguagem dos cientistas para o público leigo. Existem muitos termos usados pela comunidade científica que são obscuros para a maioria das pessoas. Foi um desafio traduzir essa linguagem acadêmica sem distorcer a informação ou torná-la rasa demais. 

Você acredita que com a popularização dos produtos naturais o Brasil está caminhando para uma onda de greenwashing? 

O greenwashing já é uma realidade. Muitas empresas tiram proveito do contexto em que as pessoas estão, cada vez mais, adotando hábitos mais saudáveis, em busca de produtos naturais, mas ainda são leigas no assunto. Uma embalagem verde bem bonita e um rótulo que diz "amigo da natureza" não querem dizer que aquele produto é sustentável. O consumidor precisa estar ciente. Já existem muitas pesquisas que mostram também que o greenwashing é uma prática muito comum, e o Brasil está entre os países com mais apelos mentirosos. 

O que falta para componentes possivelmente tóxicos, como formaldeído e parabeno, serem banidos?

Banir ingredientes nocivos para a saúde do consumidor é responsabilidade da Anvisa e ela deveria ser mais rígida nesse sentido. Existem dezenas de substâncias que são liberadas no Brasil, como hidroquinona, ftalatos e PPD, mas banidos na Europa, por oferecem risco à saúde. Existem estudos respeitados que mostram possíveis males causados por esses ingredientes. Não há razão para permitir que eles sejam usados. Não somos cobaias. As grandes empresas já estão começando a se adaptar, produzindo produtos sem parabenos, fragrâncias artificiais, preferindo óleos e manteigas vegetais em invés de ingredientes derivados de petróleo. Mas levará tempo até que elas abandonem totalmente ingredientes polêmicos. 

Maquiagem empresarial 

Com o debate sobre a composição de cosméticos, aumentou também a atenção que as marcas dedicam ao assunto. Nem sempre, porém, as mudanças na cadeia produtiva são significativas. A partir daí, pode ocorrer o processo de greenwashing. O termo, que em tradução literal significa lavagem verde, é usado para designar a construção da imagem ambiental da marca sem que as atitudes sejam efetivas. De acordo com o estudo The Sins of Greenwashing (Os pecados do Greenwashing) de 2010, realizado pela consultoria canadense TerraChoice, o Brasil é um dos campeões mundiais na manobra, junto com o próprio Canadá. Além do segmento cosmético, um dos ramos que mais tem seu funcionamento atrelado ao greenwashing é o da produção de papel. Para evitar a falsa imagem, existem selos e órgãos reguladores em todo o mundo que atestam as formulações, como o internacional Ecocert e o brasileiro IBD, órgão responsável por garantir a formulação não tóxica do cosmético. Produtos naturais, por exemplo, só recebem esse rótulo do Ecocert caso tenham 5% de componentes orgânicos e o restante de insumos naturais, sejam eles orgânicos ou não. Somente essas certificações podem comprovar se é verdade o que consta no rótulo. 

Potencial alérgico 

Segundo Erasmo Tokarski, o processo alergênico é diferente do de intoxicação: o alumínio, por exemplo, é tóxico. Nesses casos, basta suspender o uso para que o organismo elimine naturalmente o fator estranho. Já a alergia, uma vez instalada, impede o uso da substância que a desencadeia. Uma das consequências da instalação do processo alérgico é a dermatite de contato, inflamação que pode causar bolhas e desconforto.

Para tratar a dermatite, é necessário fazer a troca por produtos hipoalergênicos, que, apesar de não serem necessariamente orgânicos ou naturais, também buscam uma formulação mais enxuta. A fragrância, usada não só em perfumes mas na maioria dos produtos de beleza, é um dos fatores de risco. Segundo Regina Buffman, outras possibilidades são o tolueno e o formaldeído, componentes de esmaltes. "Esses componentes em pequeníssimas quantidades, mas, mesmo assim, muitas mulheres têm relações alérgicas e deixam de tolerar a substância", afirma. Apesar do risco, o risco varia em cada organismo. "São várias as substâncias que podem causar alergia, mas a pessoa tem que ter predisposição para desenvolver o processo alérgico".

postado em 24/07/2016 08:00 / atualizado em 04/08/2016 16:55 http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2016/07/24/interna_revista_correio,541190/substancias-quimicas-nos-cosmeticos-aumentam-busca-por-produtos-natura.shtml